Poster de “Cannibal Holocaust” (Itália, 1980) assinado pelo diretor Ruggero Deodato em evento de 22/11/2011 em São Paulo/SP
No dia
22/11/2011 ocorreu em São Paulo/SP um evento homenageando o diretor italiano
Ruggero Deodato, de “Holocausto Canibal” (Cannibal Holocaust, 1980).
Divulgação de livro: “Mistério de Deus”, de Roberto de Sousa Causo
DEVIR BRASIL LANÇA
ROMANCE DE HORROR DE ROBERTO CAUSO
Pegue a pista expressa para uma ameaça sobrenatural
Título: Mistério de Deus
Autor: Roberto de Sousa Causo
Capa: Vagner Vargas
Número de páginas: 600
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 978-85-7532-638-1
Código Devir: 333120
Após a publicação de Anjo de Dor — romance finalista do
Projeto Nascente, da Universidade de São Paulo, que lhe rendeu comparação com
Stephen King —, Roberto Causo
retorna ao gênero do horror com Mistério de Deus, uma exploração épica
do encontro da violência urbana brasileira com o terror sobrenatural.
Ambientado em 1991,
momento da história do país marcado por crise econômica e discussões do impeachment do Presidente da República,
com denúncias de corrupção em larga escala no executivo e de violência
descontrolada nas ruas das grandes cidades, Mistério
de Deus mergulha nessa estranha circularidade para ecoar as dores do
presente de um país assombrado pelas mazelas do atraso social.
Em uma pequena cidade,
pistoleiros motorizados fazem vítimas na camada mais baixa da sociedade —
pequenos criminosos, indigentes, prostitutas... Os assassinos vêm em um carro
preto, matam impunemente e levam os corpos com eles. Como no Brasil de hoje, as
autoridades não se empenham na resolução dos crimes, como se essas vidas não tivessem
importância.
Mas um grupo de jovens,
eles mesmos sentindo-se à margem, unem-se e buscam os meios para enfrentar os
matadores — incluindo armas de fogo e um carro que precisa ser tão veloz quanto
o dos pistoleiros.
O lutador e
ex-presidiário Alexandre Agnelli, a
relutante vidente Soraia Batista, o leão-de-chácara
e corredor de rua João Serra, e o
jovem policial militar Josué Machado
recusam-se a ficar no lugar em que a sociedade os quer. Mas não sabem que a linha
de chegada da corrida de morte em que se meteram lhes reserva o confronto com
uma ameaça vinda de uma dimensão além do imaginável.
Uma criatura sobrenatural
que escraviza almas e exige uma quota de sacrifícios humanos, para então
estender o seu poder entre os vivos...
Elogios Antecipados a Mistério
de Deus:
“Causo não é competente apenas na
criação de admiráveis sonhos futuros. Seu talento é inegável também na
confecção de potentes pesadelos metafísicos. Os assombrosos romances Anjo de
Dor e Mistério de Deus, ambos sobre a relação imprecisa que há entre
o bem e o mal, comprovam que o suspense e o horror são ferramentas que o
ficcionista brasuca domina tão bem quanto o maravilhoso e o tecnológico da
ficção científica.”
Nelson
de Oliveira, autor de Subsolo Infinito e Distrito Federal
“Em Mistério de Deus, Roberto Causo utiliza um
cenário tipicamente brasileiro com suas mazelas, criminosos e heróis anônimos,
para contar de forma vívida uma história de arrepiar a espinha de qualquer fã
de terror moderno. Leia com todas as luzes acesas!”
Giulia Moon, autora de Kaori: Perfume de Vampira
“Mistério de Deus é um livro com personalidade: apesar de trazer
o conluio de forças incompreendidas pela maioria dos humanos e de apresentar a
eterna luta entre o bem e o mal, não sucumbe ao clichê dogmático no qual muitas
histórias perdem o brilho... Um calhamaço de páginas que passam num piscar de
olhos, inundando nossos sentidos com ronco de motores, cheiro de borracha
queimada, a fricção de corpos entrelaçados e o medo de ser a próxima vítima.”
Eduardo Kasse, autor da
série Tempos de Sangue.
Sobre o Autor
Um dos mais experientes
autores brasileiros de horror, fantasia e ficção científica, Roberto Causo é um vencedor do Projeto Nascente, do Festival Universitário de Literatura e
do Prêmio Jerônimo Monteiro. Seus
contos, mais de oitenta, apareceram em onze países — incluindo Argentina,
França, Portugal e Cuba. No Brasil, colaborou com revistas como Cult, Livro Aberto, Playboy, Pesquisa FAPESP e Ciência Hoje.
Está disponível o fanzine “Quadrinhos Independentes” 143
“Quadrinhos Independentes”
Foi
lançada a edição 143 (Janeiro / Fevereiro de 2017), editado por Edgard Guimarães, com 32 páginas,
formato meio ofício e impressão digital.
Conteúdo:
quadrinhos, artigos, anúncios, ilustrações, seção de cartas dos leitores e
divulgação de fanzines.
Traz
também o encarte “Artigos sobre Histórias em Quadrinhos” número 5 com “Roy
Rogers e Dale Evans”, de Carlos Gonçalves.
Contatos:
A/C Edgard Guimarães – Rua Capitão Gomes 168 – Brasópolis/MG – CEP 37530-000
Curiosidades do Horror e FC: Entrevista com o escritor R. F. Lucchetti, na revista “Horrorshow” número 4
A
revista “Horrorshow”, publicada entre 1996 e 1997, abordava todas as mídias do Horror e FC. A
edição número 4 (1997) trouxe uma entrevista com o escritor Rubens Francisco
Lucchetti. O texto é uma compilação de entrevistas cedidas a Gonçalo Silva Junior
e Ivan Cardoso, num arranjo final organizado por Edgard Guimarães, editor do
lendário e ainda na ativa fanzine “Quadrinhos Independentes”.
Lucchetti
revela várias informações e curiosidades interessantes sobre sua carreira e suas
parcerias com o cineasta José Mojica Marins (o lendário “Zé do Caixão”) e o
ilustrador de quadrinhos Nico Rosso, entre outras.
A
última pergunta encerra a entrevista com chave de ouro, com uma resposta de
mestre. Abaixo segue a reprodução na íntegra.
“Você
se preocupa em transmitir alguma mensagem nos seus roteiros?”
“Abomino
esse tipo de cinema que quer mostrar o retrato psicológico da sociedade: o
relatório sobre a vida. Isso para mim é documentário da realidade e, como tal,
muito maçante. Recordo-me sempre do conselho que o Samuel Goldwin deu a um
jovem aspirante a roteirista: ‘ Filho, se tiver que dar alguma mensagem,
utilize o telefone’. Para mim, cinema é diversão, uma máquina de sonho.”
Curiosidades do Horror e FC: Notícia sobre “Tropas Estelares” (1997), na revista “Horrorshow” número 4
A
revista “Horrorshow” tinha uma seção de notícias chamada “Pesadelos à Vista...”. A edição número 4
(1997) informava sobre o projeto do diretor Paul Verhoeven para “Tropas
Estelares” (Starship Troopers), inspirado no livro de Robert Heinlein.
Abaixo
segue a reprodução na íntegra dessa notícia.
Interessante
registrar que, numa comparação inicial entre filme e livro, e ao contrário do
receio que o filme fosse decepcionante,
trata-se na verdade de um ótimo entretenimento.
O sucesso de “Tropas Estelares” acabou impulsionando uma franquia com várias produções. Tivemos uma série de animação produzida para a televisão em 1999 (“Roughnecks: The Starship Troopers Chronicles”) e o filme de animação “Tropas Estelares: Invasão” (2012). Além também do lançamento de duas continuações: “Tropas Estelares 2” (Starship Troopers 2: Hero of the Federation, 2004) e “Tropas Estelares 3” (Starship Troopers 3: Marauder, 2008).
O sucesso de “Tropas Estelares” acabou impulsionando uma franquia com várias produções. Tivemos uma série de animação produzida para a televisão em 1999 (“Roughnecks: The Starship Troopers Chronicles”) e o filme de animação “Tropas Estelares: Invasão” (2012). Além também do lançamento de duas continuações: “Tropas Estelares 2” (Starship Troopers 2: Hero of the Federation, 2004) e “Tropas Estelares 3” (Starship Troopers 3: Marauder, 2008).
“Todo
Mundo fala nele, a expectativa é grande, mas por esta primeira imagem (logo abaixo)
dá para perceber que Starship Troopers vai ser uma decepção. O novo filme do
mestre da estética da violência Paul Verhoeven, com baixo orçamento, abriu mão
daquilo que era a alma visual do romance de Robert Heinlein: o traje
autopropulsado, uma espécie de robô blindado super armado, equipamento básico
da Infantaria Móvel (IM) para combater os alienígenas aracnídeos conhecidos
como Pulgões. Daí ficou esse visual mixuruca, que perde até para o televiso
Space, Above and Beyond, execrado pela maioria dos fãs. Outro furo: na IM não
havia mulheres, só homens. Todas as mulheres militares eram pilotos de
espaçonaves e caças. Com esse começo só nos resta confiar no talento do diretor
de Conquista Sangrenta, Robocop e Instinto Selvagem.”
Está disponível a edição virtual e gratuita do fanzine “Juvenatrix” número 183
Conteúdo:
“Juvenatrix” número 183 (Fevereiro de 2017),
13 páginas.
Capa e
contra capa:“Angelo Junior”.
Metal:
“Dark Funeral” (Suécia).
Divulgações,
Notícias e Curiosidades
Resenhas
de cinema:
Bonecas da Morte, As (The
Psychopath, Inglaterra, 1966)
Criatura da Mão Azul, A (Creature
With the Blue Hand / Die blaue Hand, Alemanha Ocidental, 1967)
Cruz do Diabo, A (La Cruz del Diablo / Cross of
the Devil, Espanha, 1975)
Fantasma de Frankenstein, O (The Ghost of Frankenstein, EUA, 1942, PB)
Fantasmas Que Ainda Vagam (Ghosts
That Still Walk, EUA, 1977)
Latidos de Pánico (Panic Beats,
Espanha, 1983)
Sol (São Paulo, Brasil, 2017,
curta-metragem independente 14 min.)
Uivo da Bruxa, O (Cry of the
Banshee, Inglaterra, 1970) Curiosidades do Horror e FC: Notícia sobre “Pânico” (1996), de Wes Craven, na revista “Horrorshow” número 1
A
revista “Horrorshow” tinha uma seção de notícias chamada “Pesadelos à Vista...”. A edição número 1
(1996) informava sobre o projeto do diretor Wes Craven em lançar “Scream”, que
ganhou por aqui o nome “Pânico”. Abaixo segue a reprodução na íntegra.
Interessante registrar que de lá para cá, tivemos uma franquia popular com 4
filmes, uma série de TV e Wes Craven morreu em 2015 aos 76 anos, sendo considerado um cineasta
cultuado.
“Wes
Craven, o criador da série A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 1984),
ataca novamente com um novo filme, Scream, que está sendo produzido pela
Miramax´s Dimension Films. Tripas, sangueira e decapitações a não poder mais,
com vermes entrando e saindo das entranhas dos personagens. ´O que posso
adiantar é que a história é quente, rápida, furiosa´, diz o diretor. Para os
fãs de Craven resta esperar.”
Memórias do Horror e FC: Galeria de capas das revistas “Horrorshow” e “Terror Magazine” (1997)
As
nostálgicas revistas de horror e ficção científica “Horrorshow” e “Terror
Magazine” foram lançadas entre 1996 e 1997 nas bancas pela “Editora Escala”.Uma
raridade.
Segue a
galeria de todas as capas. Cada edição tinha capa e contra capa. Memórias do Horror e FC: Seção de fanzines nas nostálgicas revistas “Horrorshow” e “Terror Magazine” (1997)
As
nostálgicas revistas de horror e ficção científica “Horrorshow” e “Terror
Magazine”, lançadas entre 1996 e 1997 nas bancas pela “Editora Escala”, traziam
uma seção dedicada aos fanzines impressos da época. Uma raridade.
Confiram
as reproduções.Memórias do Horror e FC: Revista “Horrorshow” número 1 (1996)
Em 1996 a “Editora Escala”
lançou nas bancas a revista “Horrorshow”
número 1, editada por Cesar R. T. Silva
e Marcello Simão Branco, abordando
várias mídias do Horror como cinema, literatura, quadrinhos, música, fanzines,
etc, com notícias, curiosidades, contos, resenhas e artigos. Com duas capas
destacando “Hellblazer” e “Zé do Caixão”.
Entre
os vários textos, tem um artigo sobre o Horror e o metal extremo (é um texto
datado da época, mas pode servir como uma referência do poder criativo
resultante da agressiva união entre o Horror e o Death Metal no período
abordado).
Este
mesmo texto está publicado no blog “Juvenatrix”, cujo autor é colaborador do
site “Boca do Inferno” desde 2002.
Memórias do Horror e FC: Revista “Horrorshow” número 3 (1997)
Em 1997 a “Editora Escala”
lançou nas bancas a revista “Horrorshow”
número 3, editada por Cesar R. T. Silva e Marcello Simão Branco, abordando várias mídias do Horror como cinema, literatura,
quadrinhos, música, fanzines, etc, com notícias, resenhas e artigos. Com duas
capas destacando a “scream queen” Julie Strain e os “cientistas loucos” do gênero
fantástico.
Entre
os vários textos, tem um artigo sobre o clássico “O Abominável Dr. Phibes” (1971)
e a sequência “A Câmara de Horrores do Abominável Dr. Phibes” (1972), com o lendário
ator Vincent Price.
E outro
artigo sobre as capas de discos de bandas de metal extremo e sua relação com o
Horror (é um texto datado da época, mas pode servir como uma referência do
poder criativo resultante da agressiva união entre o Horror e o Death Metal no
período abordado).
Estes
mesmos textos estão publicados no blog “Juvenatrix”, cujo autor é colaborador do
site “Boca do Inferno” desde 2002.
Tem também um artigo sobre o lendário ator húngaro Bela Lugosi, eternizado como "Drácula", de autoria de Marcello Simão Branco.
Memórias do Horror e FC: Revista “Terror Magazine” número 1 (1997)
Em 1997 a “Editora Escala”
lançou nas bancas a revista “Terror
Magazine” número 1, abordando várias mídias do Horror como cinema,
literatura, quadrinhos, música, fanzines, etc, com notícias, resenhas e artigos.
Com duas capas destacando a origem da lenda do “Chupa-Cabra”. Só saiu essa
edição, infelizmente não foram publicados outros números com esse título.
Entre
os vários textos, tem um artigo sobre o lendário ator Vincent Price, o mesmo
que está publicado no blog “Juvenatrix”, cujo autor é colaborador do site “Boca
do Inferno” desde 2002.
E tem
também um artigo sobre “Frankenstein”, de Eduardo Torelli.










































