Está disponível digitalizado em PDF o número 44 (Maio de 1997) do lendário fanzine de Ficção Científica & Horror “Megalon”
O
fanzine “Megalon” foi editado por Marcello Simão Branco entre 1988 e 2004, num
total de 71 edições.
Continuando
o esforço do Marcello em resgatar em arquivos PDF as lendárias edições do “Megalon”,
informo aos interessados em adquirir mais estas relíquias, que baixe através
dos links:
Está disponível o fanzine “Quadrinhos Independentes” número 126
“Quadrinhos Independentes” – Foi lançada a edição 126 (Março / Abril de 2014), editado
por Edgard Guimarães, com 20 páginas, formato meio ofício e impressão digital.
Acompanha
“Quadrinhos Europeus no Brasil”, 36 páginas, que faz parte da coleção “Pequena
Biblioteca Sobre Histórias em Quadrinhos” número 2, de Edgard Guimarães.
Conteúdo:
quadrinhos, artigos, anúncios, ilustrações, seção de cartas dos leitores e
divulgação de fanzines.
Contatos:
A/C Edgard Guimarães – Rua Capitão Gomes 168 – Brasópolis/MG – CEP 37530-000 –
e-mail: edgard@ita.br
Mais informações: http://www.mensagensdohiperespaco.blogspot.com.br/2014/05/qi-126.html
“Festival Boca do Inferno 13 Anos” no site da “Biblioteca Viriato Corrêa” (Prefeitura Municipal de São Paulo)
Divulgação de projeto musical: “Pineal Vertigo”, de Emanuel R. Marques (Portugal)
Novo lançamento de “Pineal
Vertigo” e último desta aventura onde o som cinemático se mistura com a
eletrônica experimental progressiva, um trabalho que foi criado com todo o
mérito pelo artista Emanuel R. Marques e que nos traz de volta uma sonoridade
um pouco perdida no tempo, ficando para lá dos 70's e 80's. Podem escutar na
Bandcamp da editora Korvustronik.
Está disponível a edição virtual e gratuita do fanzine “Juvenatrix” número 158
Conteúdo:
“Juvenatrix”
número 158 (Abril de 2014), 12 páginas.
Capa:
ilustração de Rafael Tavares.
Contra
capa: ilustração de Mário Labate.
Metal:
“Possessed” (EUA).
Divulgação
de fanzines.
Contos
de Fernando Sorrentino (Argentina) e Rita Maria Felix da Silva.
Artigo
sobre o filme “O Conde Drácula” (Scars of Dracula, Inglaterra, 1970).
Comentários
de 12 filmes:
“Cabana do Inferno Está disponível digitalizado em PDF o número 43 (Fevereiro de 1997) do lendário fanzine de Ficção Científica & Horror “Megalon”
O
fanzine “Megalon” foi editado por Marcello Simão Branco entre 1988 e 2004, num
total de 71 edições.
Continuando
o esforço do Marcello em resgatar em arquivos PDF as lendárias edições do “Megalon”,
informo aos interessados em adquirir mais estas relíquias, que baixe através
dos links:
Horror e Metal Extremo – “Venom” (Inglaterra): “Countess Bathory”
Clássico do álbum
“Black Metal” (1982). Vídeo de show em Abril de 1985, com o lendário trio
formado por Cronos, Mantas e Abaddon.
Welcoming the virgins fair
To live a noble life
In the castle known to all
The Count's infernal wife
She invites the peasants with
Endless lavish foods
But, when evening spreads it wings
She rapes them of their blood
Countess Bathory
Countess Bathory
All day long the virgins sit
And feast on endless meals
The Countless laughs and sips her wine
Her skin doth crack and peel
But when nighttime fills the air
One must pay the price
The Countess takes her midnight bath
With blood that once gave life
Countess Bathory
Countess Bathory
Living in her self styled Hell
The Countess dressed in black
Life's so distant - death's so near
No blood to turn time back
The castle walls are closing in
She's crippled now with age
Welcomes death with open arms
The reaper turns the page
Countess Bathory
Countess Bathory
Horror e Metal Extremo – “Dark Funeral” (Suécia): “Attera Totus Sanctus”
I gave the serpent its beauty,
I gave the serpent its charm.
I gave the serpent its fatal attraction,
And to all that is holy I gave putrefaction.
No one be my master,
Nor chains I abide.
Look deep into my eyes,
You'll see the storms are at my side.
To all that is holy,
Oh how I hate thee.
Your god, done nothing,
For someone like me.
I am a child who were born out of sin,
I am a soul that you'll never win.
I see right through, all of your lies.
You have no kingdom,
where people come to when they die.
Both heaven and hell inside me,
I have chosen the devil, because I like to be
free.
Do what thus wilt that is the law,
Or obey under god, and be one of his whores.
I am a soul that you never win,
I live my life in total sin.
I see right through all of your lies,
You have no kingdom where people come when they
die.
No one be my master, nor chains I abide.
Look deep in my eyes, and you'll see the storm
at my side.
To all that is holy, oh how I hate thee.
Your god he is nothing.
Attera Totus Sanctus.
“Os Mercenários” (The Expendables, EUA, 2010)
Filme de ação dirigido por
Sylvester Stallone, que teve a ideia de reunir os mais destacados atores dentro
desse popular sub-gênero do cinema de entretenimento, como Jason Statham, Jet
Li, Dolph Lundgren, Bruce Willis, Arnold Schwarzenegger (numa divertida ponta
não creditada), além de Eric Robers, Mickey Rourke e outros. Foi criada uma
franquia e nos filmes seguintes foram convidados Chuck Norris, Jean-Claude Van
Damme, Mel Gibson, Harrison Ford, Antonio Banderas e Wesley Snipes, num time de
super astros das pancadarias e tiroteios. Com esse grupo dá para imaginar as
imensas perseguições e correrias desenfreadas com muita ação, barulho e
explosões. Nesse filme de origem da série, um grupo de mercenários liderado por
Barney Ross (Stallone), é contratado para intervir nas ações de um ditador numa
ilha fictícia da América Central, tomada por tirania e controlada também por um
empresário inescrupuloso americano (Erik Roberts), renegado ex-agente da CIA
que tem interesses econômicos com a produção de cocaína na região. Diversão
totalmente sem compromisso, numa história de puro clichê com todos os elementos
que são esperados num filme de ação, além dos tradicionais diálogos recheados
de piadas no meio das confusões. É só desligar o cérebro e entrar no clima da
barulheira. Em 2012 tivemos a parte 2, dirigida por Simon West e com Chuck
Norris (em poucos momentos, mas impagáveis, numa grande homenagem de Stallone
para esse veterano ator já aposentado das telas) ajudando o líder Barney em situações
bem oportunas. Além do belga Jean-Claude Van Damme, que interpreta o líder dos
vilões. E em 2014 veio a parte 3, com direção de Patrick Hughes e as novas
presenças divertidas de Harrison Ford, como um velho agente do governo e ainda
bem ativo em combate, além de Antonio Banderas e Wesley Snipes, que passam a
integrar a equipe de mercenários de Barney, e Mel Gibson como o vilão a ser combatido.
(RR – 07/04/14 e 23/02/15)
“Noé” (Noah, EUA, 2014)
Estreou nos cinemas em 03/04/14,
com opção de exibição em 3D, com direção de Darren Aronofsky (de “Cisne Negro”)
e estrelado por um elenco experiente liderado por Russell Crowe, de inúmeros
outros filmes memoráveis como “Gladiador” (2000), e que está muito bem no papel
principal ao lado de Jennifer Connelly e do veterano Anthony Hopkins. A
história é baseada no largamente explorado tema bíblico sobre a “Arca de Noé”,
uma embarcação gigante de madeira construída por Noé (Crowe), cuja missão seria
carregar animais e sua família, salvando-os de um dilúvio colossal causado pela
ira do Criador, aniquilando a vida no planeta. A humanidade decadente,
mergulhada em violência e maldade, seria destruída para um novo recomeço.
Deixando de lado as questões religiosas e analisando exclusivamente pelo lado
do cinema de entretenimento, podemos dizer que as quase duas horas e meia de
filme podem até divertir, principalmente pelos grandiosos efeitos especiais.
Mas, houve uma excessiva liberdade de criação artística tipicamente
“hollywoodiana”, que soou meio estranho e deslocado, com o acréscimo de alguns
significativos elementos de fantasia, como as criaturas gigantes formadas por
pedras e conhecidas como “guardiões”. Foi a forma encontrada pelos roteiristas
para explicar como foi construído o imenso barco e como Noé e sua família foram
protegidos da fúria das outras pessoas curiosas com sua misteriosa tarefa e
ávidos por também se salvarem no início da tragédia com a inundação global. (RR – 06/04/14)
“Silent Hill: Revelação” (Silent Hill: Revelation, França, EUA, Canadá, 2012)
Inspirado num videogame,
sequência de “Terror em
Silent Hill ” (2006), e lançado em 3D nos cinemas brasileiros
em 11/10/13 com roteiro e direção de Michael J. Bassett. A jovem Heather Mason
(Adelaide Clemens) sofre constantemente com pesadelos sombrios ambientados numa
cidade amaldiçoada. Depois que seu pai Harry (Sean Bean) desaparece
misteriosamente, ela mergulha numa realidade alternativa para tentar
encontrá-lo, enfrentando criaturas grotescas e um grupo secreto de pessoas que
estão em seu encalço. Independente de análises sobre a fidelidade com a fonte
inspiradora (um videogame) ou comparações com o filme original, e focando
“Silent Hill: Revelação” apenas como mais um filme de horror, o resultado final
é mediano e sem maiores interesses. Graças à história exagerada em fantasia e
por vezes confusa, que dispersa a atenção. Apesar da presença de bons atores em
partricipações rápidas como o veterano Malcolm McDowell e os experientes Sean
Bean e Carrie-Anne Moss, o filme não consegue destaque e se mistura com uma
infinidade de produções similares fadadas ao limbo. (RR – 31/03/14)
“Maldição da Sétima Lua” (Seventh Moon, EUA, 2008)
“Na lua cheia do sétimo mês
lunar, os portões do inferno se abrem e os espíritos dos mortos ficam livres
para circular entre os vivos.” – Mito chinês. Com essa introdução e premissa
básica, tem início esse filme lançado em DVD no Brasil, escrito e dirigido pelo
cubano Eduardo Sánchez, de “A Bruxa de Blair” (1999) e “Aterrorizados” (2006).
Dois turistas recém casados, a americana Melissa (Amy Smart) e o chinês Yul
(Tim Chiou), estão passeando pela China e são deixados misteriosamente por seu
guia, num vilarejo afastado no meio do mato. A partir daí, tem início uma
interminável noite de horror para eles, lutando freneticamente por suas vidas
contra o ataque de sombrias criaturas fantasmagóricas. O filme proporciona
alguma diversão rápida, com bons momentos de perseguições noturnas tensas e um
clima de mistério envolvendo uma antiga lenda chinesa, mas sem fugir muito dos
clichês e situações previsíveis de costume. (RR – 29/03/14)
Está disponível digitalizado em PDF o número 42 (Novembro de 1996) do lendário fanzine de Ficção Científica & Horror “Megalon”
O
fanzine “Megalon” foi editado por Marcello Simão Branco entre 1988 e 2004, num
total de 71 edições.
Continuando
o esforço do Marcello em resgatar em arquivos PDF as lendárias edições do “Megalon”,
informo aos interessados em adquirir mais estas relíquias, que baixe através
dos links:
“Morte Negra” (Black Death, Inglaterra / Alemanha, 2010)
Lançado no mercado brasileiro de
DVD, é um filme interessante ambientado na Inglaterra medieval do século XIV,
durante a epidemia de peste bubônica que devastava parte significativa da
humanidade. Um grupo de guerreiros cristãos, liderado por Ulrich (Sean Bean, o
Boromir de “O Senhor dos Anéis”), tinha a missão religiosa de encontrar um
pequeno vilarejo, onde rumores indicavam que a “morte negra” ainda não havia
chegado e que os aldeões eram liderados por um necromante, que negava Deus e
tinha o suposto poder de reviver os mortos. Para guiá-los em seu destino, foi
recrutado um jovem monge, Osmund (Eddie Redmayne), que queria sair do mosteiro
para tentar encontrar a namorada que fugia para algum lugar mais seguro e
distante da doença que criava pilhas de cadáveres. O ser humano, em toda a sua
história, sempre procurou motivos para a guerra, que nesse caso foram questões
religiosas, com conflitos entre os cristãos fanáticos, confusos com a doença
que os dizimava cruelmente, e os pagãos, que negavam os símbolos do
cristianismo e tentavam viver livres de qualquer tipo de opressão. Todos
utilizando a violência selvagem para defender suas crenças. E, como sempre,
todos perdem, tendo apenas a morte como vitoriosa, soberana e imponente. (RR – 29/03/14)
Horror e Metal Extremo com “Hate” (Polônia): “Threnody”
Música: “Threnody”
Álbum: “Morphosis”
cling to truths unknown
they flow like sweet wine
you follow them down
one voice of two breaths
destroys his perfect design
reality transforms
it changes all what lies behind
I can see all this now
cause I'm finally awake
remain faithful to the core of the obsessed
mind!
come and watch the blackest sea
it runs deeper than you dare to dream it could
be
come and watch the blackest sea
it runs deeper than you dare to dream it could
be
we remain faithful to the core
free from our confines
awaken the light, chaos and fury
irresistible force
come salvation!
come and revive us in the graves
we pay with our blood, flesh and regret
aeons of suffering to find there's no life
we're all dead from the start
future's nothing, it's pure deception to taste
each second by your blind minds
save yourself from thyself
if you ever really fucking cared
to know why we came
come bloody judgement
in heaven as on earth
where pain bounds our souls
where darkness never fails
come across the Styx
and find my Emptiness
and secrects remain untold
we're spinning round and round
on our way to hell
would you die for my sins?
in the end to find
there's no life, we're all dead
from the start...
come and watch the blackest sea
it runs deeper than you dare to dream it could
be
aeons of suffering to find there's no life
we're all dead from the start
future's nothing - it's pure deception to taste
each second by your blind minds
save yourself from thyself
if you ever really fucking cared
to know why we came
come bloody judgement
in heaven as on earth...
where pain bounds our souls
where darkness never fails
come across the Styx
and find my Emptiness
and secrects remain untold
we're spinning round and round
on our way to hell
would you die for my sins?
in the end to find
there's no life, we're all dead
from the start...
“Deadgirl” (2008) – Filme de zumbi onde os monstros são os vivos
* Deadgirl (EUA, 2008)
Dois estudantes adolescentes fúteis, Rickie
(Shiloh Fernandez) e JT (Noah Segan), decidem não assistir a aula e saem da
escola à procura de diversão. O destino é um hospital psiquiátrico abandonado,
e lá eles encontram uma mulher misteriosa (Jenny Spain) amarrada numa cama e
isolada num quarto, descobrindo mais tarde que ela está morta e é um zumbi. A
partir daí, eles a transformam numa escrava sexual e não conseguem guardar
segredo, com a notícia chegando para outros colegas da escola. É mais um filme
situado dentro da temática largamente explorada sobre mortos-vivos, com uma
diferença interessante ao abordar em sua história uma alteração no foco
indicando que na verdade os monstros verdadeiros são os adolescentes acéfalos,
ao manterem aprisionada a garota morta e fazerem dela uma escrava sexual. Fora
isso, não tem muito a acrescentar para o gênero, com os conhecidos clichês e
furos de roteiro, como por exemplo a falta de uma investigação policial. (RR – 25/03/14)
“Cabana do Inferno 2” (2009) – Típica continuação descartável
* Cabana do Inferno 2 (Cabin Fever 2: Spring Fever, EUA, 2009)
Sequência de um filme divertido de 2002 dirigido por Eli Roth (de “O
Albergue”), sobre um vírus que se alimenta de carne e ataca um grupo de jovens
numa cabana na floresta. Dessa vez, na parte 2, produzida em 2009 e dirigida
por Ti West, o vírus entra em contato com a água engarrafada comercialmente
numa pequena cidade americana e que é consumida numa festa de formatura de
jovens acéfalos. A contaminação se espalha rapidamente e a escola é isolada
pelo exército para tentar conter a epidemia. Existem continuações que honram os
filmes originais, mas nesse caso aqui temos a típica sequência que não deveria
ter sido filmada, de tão ruim e descartável. Até tem sangue e carne podre em
doses elevadas, mas a história é totalmente desinteressante e banal, e os
personagens são tão patéticos que torcemos para que sejam eliminados
rapidamente. E curiosamente ainda foi lançada outra continuação em 2014, com o
título de “Cabin Fever: Patient Zero”. (RR
– 24/03/14)
Horror e Metal Extremo com “Marduk” (Suécia): “Dracul va domni din nou in Transilvania”
Música: “Dracul Va Domni Din Nou In Transilvania”
Álbum: “Heaven
Shall Burn… When We Are Gathered” (1996)
All demons ride high upon the bewitching
Nightsky
They are only disturbed by a new-born child's
painful cry
Son of the great dragon, come forth to rule
In all your glory, no man, no beast will be as
cruel
All the angels and the puny men of god looked
away
Frightened to death by the evil that was born
on that day
Dracul come forth, and see your son's soul is
powerful
Triumphantly holding his son, nothing could be
as delightful
In our order you are now, for the sake of your
greatness
You must murder the muslim turks in thousands,
no less
Let them feel our never-ending wrath and our
steel
We are men of god, so let them know it for real
It's our mission to seek our enemies, and kill
them one by one
They must be destroyed in time, be sure to teach
your new-born son
We must bath in the blood of the vermins,
called turks, to win
The muslims are to be executed, for they live
in great sin
Sultan Murad of the turks is getting more
powerful each day
Dracul will not be one of them that for his
mercy will pray
He must turn his back on his previous allies
And conspirate with the turks
Beware you all of the evil blood that in Dracul
lurks
The holy Roman emperor will get angered with
this
But Dracul must protect himself, it's a right
of his
So feel the greedy claws of death, you weak men
of god
Treacherous thoughts was the father of the
berserker prince Vlad
(In the year of 1438)
Seven years of age is he and already in bloody
war
His eyes do not turn away from all that death
and gore
Father Dracul and brother Mircea are riding by
his side
Proud he is of his warrior father, no matter he
lied
Together with the turks, they ravaged through
the land
Dragon and beast, devils and demons fighting
hand-in-hand
Transilvania - You great home of ours
You they will crush, there is no good to help
us
What feeds an evil mind?
What makes a man a man?
The deeds of death!
But greater stories are yet to be told...
Está disponível a edição virtual e gratuita do fanzine “Juvenatrix” número 157
Conteúdo:
“Juvenatrix”
número 157 (Março de 2014), 18 páginas.
Capa:
ilustração de Erik Muller Thurm.
Contra
capa: ilustração de Mário Labate.
Metal:
“Dark Funeral” (Suécia).
Divulgação
de fanzines.
Contos
de Norton A. Coll, Fernando Sorrentino (Argentina), Rita Maria Felix da Silva e
Ronald Rahal.
Artigo
sobre o ator “Boris Karloff (1887 / 1969).
Comentários
de 9 filmes:
“300: A Ascensão do Império”
(300: Rise of an Empire, EUA, 2014), “Alemão” (Brasil, 2014), “Eaters – Rise of
the Dead” (Itália, 2011), “O Grande Herói” (Lone Survivor, EUA, 2013),
“Hércules” (The Legend of Hercules, EUA, 2014), “Pompeia” (Pompeii, EUA /
Alemanha / Canadá, 2014), “Quarentena Divulgação de e-book gratuito: “Uma Vampira na Cidade”, de Adriano Siqueira e Stefany Albuquerque
E-book “Uma
Vampira na Cidade”, escrito por Adriano Siqueira e Stefany Albuquerque, e
revisado por Adriana Cabral.
A
história foi produzida em capítulos no ano de 2012 e agora está disponível em formato PDF.
Conta a
história de uma Vampira que usa sua sedução e poder para proteger e reorganizar
uma cidade que está cercada de muitas criaturas fantásticas. A obra tem muita
sensualidade, ação e aventura.
Link
para baixar: http://www.overmundo.com.br/banco/uma-vampira-na-cidade
Contatos
com o autor Adriano Siqueira:
http://www.universoinsonia.com.brDivulgação de evento: “A Ficção Científica no Brasil e no Mundo”, oficina coordenada por R. S. Causo
A Ficção Científica no Brasil e
no Mundo
Coordenador: Roberto de Sousa
Causo
Oficina que acontece às
quartas-feiras no SESC Vila Mariana em São Paulo , nos dias 26 de março, 2, 9 e 16 de
abril de 2014, no horário das 19h00 às 21h30.
Fornece um panorama da história,
do desenvolvimento e da herança da ficção científica como gênero literário,
demonstrando o quanto ela realiza uma representação dos problemas e dilemas do
presente da sua produção, constantemente retornando às suas raízes e tradições.
Informações e inscrições em:
http://www.sescsp.org.br/aulas/27097_LITERATURA+EM+PAUTA
“Alemão” (2014) – Menos tiroteios e mais tensão psicológica
Alemão (Brasil, 2014)
Thriller policial nacional dirigido por José Eduardo Belmonte, que entrou em cartaz nos cinemas em 13/03/14, inaugurando a mudança de estreias semanais que ocorriam tradicionalmente nas sextas-feira para as quintas-feiras. É uma história de ficção situada dentro de um evento ocorrido na vida real, a invasão do complexo de favelas no morro do Alemão, no Rio de Janeiro/RJ em Novembro de 2010, que era dominado por criminosos do tráfico de drogas, e passou para o controle da polícia. Pouco antes do início da invasão, um grupo de cinco policiais infiltrados na comunidade teve suas identidades descobertas pelos bandidos e ficou acuado no porão de uma pizzaria, local do ponto de encontro da missão. Sem poder sair e esperando por um inevitável confronto em desvantagem com os traficantes ávidos por vingança, eles lutam por suas vidas e tentam administrar problemas de relacionamento entre eles, com constantes acusações de traição e falta de confiança. O filme tem os previstos tiroteios e momentos tensos dentro de um ambiente hostil e tomado pela criminalidade, medo e violência, mas em pequena dose, pois seu foco está mais voltado para a exploração do drama enfrentado pelos policiais infiltrados, num clima de tensão psicológica constante e claustrofobia do confinamento num pequeno lugar. Tem seus furos de roteiro, mas em compensação apresenta um final pessimista, ousado e não comercial. No elenco, entre outros, temos desde o veterano Antônio Fagundes, no papel do Delegado Valadares, que aparece pouco, passando pelo jovem Caio Blat, como um dos policiais infiltrados na comunidade dos bandidos, e Cauã Reymond como “Playboy”, o chefe dos traficantes. (RR – 18/03/14)
Thriller policial nacional dirigido por José Eduardo Belmonte, que entrou em cartaz nos cinemas em 13/03/14, inaugurando a mudança de estreias semanais que ocorriam tradicionalmente nas sextas-feira para as quintas-feiras. É uma história de ficção situada dentro de um evento ocorrido na vida real, a invasão do complexo de favelas no morro do Alemão, no Rio de Janeiro/RJ em Novembro de 2010, que era dominado por criminosos do tráfico de drogas, e passou para o controle da polícia. Pouco antes do início da invasão, um grupo de cinco policiais infiltrados na comunidade teve suas identidades descobertas pelos bandidos e ficou acuado no porão de uma pizzaria, local do ponto de encontro da missão. Sem poder sair e esperando por um inevitável confronto em desvantagem com os traficantes ávidos por vingança, eles lutam por suas vidas e tentam administrar problemas de relacionamento entre eles, com constantes acusações de traição e falta de confiança. O filme tem os previstos tiroteios e momentos tensos dentro de um ambiente hostil e tomado pela criminalidade, medo e violência, mas em pequena dose, pois seu foco está mais voltado para a exploração do drama enfrentado pelos policiais infiltrados, num clima de tensão psicológica constante e claustrofobia do confinamento num pequeno lugar. Tem seus furos de roteiro, mas em compensação apresenta um final pessimista, ousado e não comercial. No elenco, entre outros, temos desde o veterano Antônio Fagundes, no papel do Delegado Valadares, que aparece pouco, passando pelo jovem Caio Blat, como um dos policiais infiltrados na comunidade dos bandidos, e Cauã Reymond como “Playboy”, o chefe dos traficantes. (RR – 18/03/14)
“300: A Ascensão do Império” (2014): Ação épica com elementos de fantasia e sangrentas batalhas nos mares
300: A Ascensão do Império (300: Rise of an Empire, EUA, 2014).
Continuação de “300” (2006), que entrou em
cartaz nos cinemas em 07/03/14 com a opcionalidade de exibição em 3D. Baseado
em uma graphic novel de Frank Miller, a história mostra eventos anteriores e
posteriores ao filme de 2006, onde 300 soldados de Sparta, sob o comando do Rei
Leonidas, foram massacrados num confronto com um exército maior de persas.
Agora, o foco está no general grego Themistocles (Sullivan Stapleton), que
lidera uma ofensiva contra as tropas persas do semideus Xerxes (Rodrigo
Santoro, em ótima performance), numa batalha naval sangrenta contra a marinha
comandada pela tirana Artemisia (Eva Green). Épico extremamente movimentado de
ação com elementos de fantasia, com cenas intensas de batalhas nos mares e uma
overdose de sangue em CGI manchando a água de vermelho e lâminas afiadas de
espadas rasgando a carne dos soldados gregos e persas. Bem divertido e
violento, com confrontos de guerra de tirar o fôlego, mesmo com a
artificialidade do excesso de computação gráfica. Por outro lado, não consegue
fugir dos clichês já bem cansativos com aqueles discursos inflamados dos
líderes para incentivar os soldados a lutar pela honra e liberdade, dando a
vida por seu país e todas aquelas baboseiras já conhecidas. E confesso que não
pude impedir uma vontade de torcer pela tirania dos persas. Mas, fico
satisfeito com a boa impressão e sucesso que o nosso representante Rodrigo
Santoro tem conquistado no mercado milionário do cinema americano. (RR – 15/03/14)
“Sem Escalas” (2014): Thriller eficiente com Liam Neeson, mas com um desfecho trivial
* Sem Escalas (Non-Stop, Inglaterra / França / EUA, 2014) – Thriller
dirigido pelo espanhol Jaume Collet-Serra (de “Casa de Cera” e “A Órfã”), que
entrou em cartaz em nossos cinemas no dia 28/02/14, com uma dupla de atores
renomados liderando o elenco, os experientes Liam Neeson e Julianne Moore. O
ex-policial e agora agente de segurança aéreo Bill Marks (Neeson) enfrenta
problemas pessoais com o álcool e ao trabalhar num vôo longo entre Londres e
Nova Iorque, não imaginaria que alguém queria envolvê-lo num plano criminoso e
audacioso, colocando em risco a vida dos passageiros e tripulantes. O filme tem
um eficiente e constante clima de suspense num avião que prende a atenção do
espectador, com reviravoltas, além da ótima atuação de Liam Neeson como o
protagonista, apoiado pela não menos talentosa Julianne Moore, que faz o papel
de Jen Summers, uma passageira que ajuda o agente em suas investigações durante
o vôo. Porém, a solução encontrada pelos roteiristas para desvendar o mistério
é bem simples e decepcionante, encontrando justificativas óbvias para as ações
criminiosas, baseadas na sempre presente tensão gerada após os supostos
atentados terroristas de 11/09/2001 nos Estados Unidos. Além do desfecho
previsível, onde já sabemos como irá terminar a história e o destino dos vilões
e heróis. Ou seja, diverte bastante enquanto se desenvolve a investigação, e
depois não foge dos clichês tradicionais para solucionar a trama. (RR – 05/03/14)
“RoboCop” (2014): Tiroteios e críticas sociais
* RoboCop (RoboCop, EUA, 2014) – Refilmagem de “Robocop, o Policial
do Futuro” (1987), do cineasta holandês Paul Verhoeven e com Peter Weller, que
deu origem a outras duas continuações em 1990 e 1993. Com estreia nos cinemas
em 21/02/14 e direção do brasileiro José Padilha (de “Tropa de Elite” 1 e 2), o
novo “RoboCop” traz o ator Joel Kinnaman no papel do policial Alex Murphy,
casado com a bela Clara (Abbie Cornish) e pai do garoto David (John Paul
Ruttan). Com história ambientada em 2028, ele e seu parceiro Jack Lewis
(Michael K. Williams) estão investigando as ações de um criminoso poderoso, e
como retaliação o policial Murphy sofre um atentado com a explosão de seu
carro, que o deixa quase morto. Para salvar a sua vida, ele é escolhido para se
transformar num misto de homem e robô, e tornar-se um “policial do futuro”,
extremamente eficiente no combate ao crime, sob a supervisão científica do Dr.
Dennett Norton (Gary Oldman), cujo trabalho é financiado pelo empresário
Raymond Sellars (Michael Keaton), proprietário da mega corporação “OmniCorp”,
líder em robótica. Sem
fazer comparações com o original, o novo “RoboCop” é até bem divertido,
carregado de cenas tensas de ação e tiroteios (apesar do uso exagerado e
artificial da computação gráfica). E o filme tem também uma significativa dose
de pertinentes críticas sociais, abordando diversos temas presentes em nossos conturbados
tempos modernos. O trabalho escravo na China, a manipulação da mídia
sensacionalista com programas tendenciosos (e aqui o grande ator Samuel L.
Jackson interpreta um popular apresentador de TV), além da corrupção policial,
o marketing político das grandes empresas, o uso irresponsável da ciência (com
o “cientista louco” perdido com as consequências de sua criação), e o conhecido
imperialismo americano ao redor do mundo, com a sempre constante intervenção
militar em países envolvidos em conflitos. (RR
– 03/03/14)
Está disponível digitalizado em PDF o número 41 (Julho de 1996) do lendário fanzine de Ficção Científica & Horror “Megalon”
O
fanzine “Megalon” foi editado por Marcello Simão Branco entre 1988 e 2004, num
total de 71 edições.
Continuando
o esforço do Marcello em resgatar em arquivos PDF as lendárias edições do “Megalon”,
informo aos interessados em adquirir mais esta relíquia, que baixe através dos
links:
“Hércules” e “Pompeia”: o primeiro é dispensável e o segundo até diverte
* Hércules (Hercules, EUA, 2014) – Lançado nos cinemas em 07/02, com
a opção de exibição em 3D, “Hércules” faz parte da onda de filmes épicos com
elementos de fantasia que estão sendo lançados nas telonas em 2014, junto com
“Pompeia”, “Noé” e “300: A Ascenção do Império”, além de outro filme sobre o
mesmo herói mitológico grego “Hércules”, só que com o ator Dwayne Johnson. Na
história, Hércules (Kellan Lutz) é um semideus, filho de Zeus, que é traído por
seu padastro, o tirano Rei Anphitryon (Scott Adkins) e pelo irmão mais velho
Iphicles (Liam Garrigan), e enviado para uma batalha onde morreria numa
emboscada, por causa de seu amor proibido pela princesa Hebe (Gaia Weiss). Mas
ele sobrevive e retorna para liderar uma revolta contra a tirania do rei,
utilizando uma força descomunal recebida por seu pai Zeus. Bobagem colossal
onde o pano de fundo é uma trivial história de amor entre Hércules e Hebe,
ficando todo o resto em um plano secundário. Tem algumas cenas de lutas
individuais e confrontos de batalhas, mas sem sangue e violência, e talvez as
únicas poucas coisas que se salvam são imagens em CGI das imponentes cidades
daquela época vistas pelo alto e da imensa arena de lutas. Fora isso, é
totalmente dispensável. (RR – 23/02/14)
* Pompeia (Pompeii, EUA / Alemanha / Canadá, 2014) – Dirigido pelo
inglês Paul W. S. Anderson, o mesmo cineasta de duas divertidas produções de
Ficção Científica da década de 90 do século passado, “O Enigma do Horizonte”
(97) e “O Soldado do Futuro” (98), “Pompeia” estreou nas telonas em 21/02/14,
com a opção de exibição em 3D. Na história, ambientada no ano 79 D.C., um
escravo celta, Milo (Kit Harington), é obrigado a tornar-se um gladiador, e é
enviado até a cidade italiana de Pompeia para participar de um torneio com
lutas mortais. Lá, ele se apaixona pela bela filha de um rico mercador local,
Cassia (Emily Browning), e faz amizade com um gladiador negro, Atticus (Adewale
Akinnuoye-Agbaje), conhecido por suas vitórias na arena. Porém, os problemas do
jovem lutador aumentam com a chegada de um corrupto e tirano senador romano,
Corvus (Kiefer Sutherland), que está interessado em casar-se com Cassia, em
meio à revolta da natureza com a erupção de um imponente vulcão ao lado da
cidade, destruindo tudo ao redor. O roteiro é baseado em clichês exaustivos dos
filmes sobre catástrofes naturais, priorizando aqui um romance extremamente
improvável entre um escravo gladiador e uma moça rica. Em meio à luta por
liberdade contra a tirania de Roma, responsável pelo assassinato da família de
Milo, e a tentativa de fuga da morte certa pela explosão de fúria do vulcão
Vesuvio, que aniquilou Pompeia transformando seus habitantes em pedra. Existem boas
cenas de lutas sangrentas, evidenciando a selvageria da humanidade em
patrocinar esportes com a morte violenta dos derrotados, e principalmente não
faltam momentos tensos com a destruição de Pompeia pela ação de terremotos,
chuva de imensas pedras incendiárias e um tsunami avassalador, garantindo a
diversão. (RR – 24/02/14)
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