HQ “Na Beira do Lago”, de Mozart Couto e Walter Junior, publicada na revista “Horrorshow” 4 (1997)





Poster de “Cannibal Holocaust” (Itália, 1980) assinado pelo diretor Ruggero Deodato em evento de 22/11/2011 em São Paulo/SP


No dia 22/11/2011 ocorreu em São Paulo/SP um evento homenageando o diretor italiano Ruggero Deodato, de “Holocausto Canibal” (Cannibal Holocaust, 1980).

Fazendo parte do “6º CineFantasy” (Festival Internacional de Cinema Fantástico), foram exibidos além do clássico já citado, os filmes “O Último Mundo dos Canibais” (1977) e “House on the Edge of the Park” (1980), seguidos de bate papo com o diretor Ruggero Deodato. 

Divulgação de livro: “Mistério de Deus”, de Roberto de Sousa Causo


DEVIR BRASIL LANÇA ROMANCE DE HORROR DE ROBERTO CAUSO

Pegue a pista expressa para uma ameaça sobrenatural

Título: Mistério de Deus
Autor: Roberto de Sousa Causo
Capa: Vagner Vargas
Número de páginas: 600
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 978-85-7532-638-1
Código Devir: 333120

Após a publicação de Anjo de Dor — romance finalista do Projeto Nascente, da Universidade de São Paulo, que lhe rendeu comparação com Stephen King —, Roberto Causo retorna ao gênero do horror com Mistério de Deus, uma exploração épica do encontro da violência urbana brasileira com o terror sobrenatural.

Ambientado em 1991, momento da história do país marcado por crise econômica e discussões do impeachment do Presidente da República, com denúncias de corrupção em larga escala no executivo e de violência descontrolada nas ruas das grandes cidades, Mistério de Deus mergulha nessa estranha circularidade para ecoar as dores do presente de um país assombrado pelas mazelas do atraso social.

Em uma pequena cidade, pistoleiros motorizados fazem vítimas na camada mais baixa da sociedade — pequenos criminosos, indigentes, prostitutas... Os assassinos vêm em um carro preto, matam impunemente e levam os corpos com eles. Como no Brasil de hoje, as autoridades não se empenham na resolução dos crimes, como se essas vidas não tivessem importância.

Mas um grupo de jovens, eles mesmos sentindo-se à margem, unem-se e buscam os meios para enfrentar os matadores — incluindo armas de fogo e um carro que precisa ser tão veloz quanto o dos pistoleiros.

O lutador e ex-presidiário Alexandre Agnelli, a relutante vidente Soraia Batista, o leão-de-chácara e corredor de rua João Serra, e o jovem policial militar Josué Machado recusam-se a ficar no lugar em que a sociedade os quer. Mas não sabem que a linha de chegada da corrida de morte em que se meteram lhes reserva o confronto com uma ameaça vinda de uma dimensão além do imaginável.

Uma criatura sobrenatural que escraviza almas e exige uma quota de sacrifícios humanos, para então estender o seu poder entre os vivos...

Elogios Antecipados a Mistério de Deus:

“Causo não é competente apenas na criação de admiráveis sonhos futuros. Seu talento é inegável também na confecção de potentes pesadelos metafísicos. Os assombrosos romances Anjo de Dor e Mistério de Deus, ambos sobre a relação imprecisa que há entre o bem e o mal, comprovam que o suspense e o horror são ferramentas que o ficcionista brasuca domina tão bem quanto o maravilhoso e o tecnológico da ficção científica.”
Nelson de Oliveira, autor de Subsolo Infinito e Distrito Federal

“Em Mistério de Deus, Roberto Causo utiliza um cenário tipicamente brasileiro com suas mazelas, criminosos e heróis anônimos, para contar de forma vívida uma história de arrepiar a espinha de qualquer fã de terror moderno. Leia com todas as luzes acesas!”
Giulia Moon, autora de Kaori: Perfume de Vampira

Mistério de Deus é um livro com personalidade: apesar de trazer o conluio de forças incompreendidas pela maioria dos humanos e de apresentar a eterna luta entre o bem e o mal, não sucumbe ao clichê dogmático no qual muitas histórias perdem o brilho... Um calhamaço de páginas que passam num piscar de olhos, inundando nossos sentidos com ronco de motores, cheiro de borracha queimada, a fricção de corpos entrelaçados e o medo de ser a próxima vítima.”
Eduardo Kasse, autor da série Tempos de Sangue.

Sobre o Autor

Um dos mais experientes autores brasileiros de horror, fantasia e ficção científica, Roberto Causo é um vencedor do Projeto Nascente, do Festival Universitário de Literatura e do Prêmio Jerônimo Monteiro. Seus contos, mais de oitenta, apareceram em onze países — incluindo Argentina, França, Portugal e Cuba. No Brasil, colaborou com revistas como Cult, Livro Aberto, Playboy, Pesquisa FAPESP e Ciência Hoje.

Entre seus romances estão os elogiados A Corrida do Rinoceronte e Glória Sombria. Causo cresceu em Sumaré, a cidade em que Mistério de Deus se passa, e vive atualmente em São Paulo com esposa e um filho.

Está disponível o fanzine “Quadrinhos Independentes” 143


Quadrinhos Independentes
Foi lançada a edição 143 (Janeiro / Fevereiro de 2017), editado por Edgard Guimarães, com 32 páginas, formato meio ofício e impressão digital.
Conteúdo: quadrinhos, artigos, anúncios, ilustrações, seção de cartas dos leitores e divulgação de fanzines.
Traz também o encarte “Artigos sobre Histórias em Quadrinhos” número 5 com “Roy Rogers e Dale Evans”, de Carlos Gonçalves.
Contatos: A/C Edgard Guimarães – Rua Capitão Gomes 168 – Brasópolis/MG – CEP 37530-000
e-mail: edgard@ita.br

Curiosidades do Horror e FC: Entrevista com o escritor R. F. Lucchetti, na revista “Horrorshow” número 4


A revista “Horrorshow”, publicada entre 1996 e 1997,  abordava todas as mídias do Horror e FC. A edição número 4 (1997) trouxe uma entrevista com o escritor Rubens Francisco Lucchetti. O texto é uma compilação de entrevistas cedidas a Gonçalo Silva Junior e Ivan Cardoso, num arranjo final organizado por Edgard Guimarães, editor do lendário e ainda na ativa fanzine “Quadrinhos Independentes”.
Lucchetti revela várias informações e curiosidades interessantes sobre sua carreira e suas parcerias com o cineasta José Mojica Marins (o lendário “Zé do Caixão”) e o ilustrador de quadrinhos Nico Rosso, entre outras.
A última pergunta encerra a entrevista com chave de ouro, com uma resposta de mestre. Abaixo segue a reprodução na íntegra.

“Você se preocupa em transmitir alguma mensagem nos seus roteiros?”

“Abomino esse tipo de cinema que quer mostrar o retrato psicológico da sociedade: o relatório sobre a vida. Isso para mim é documentário da realidade e, como tal, muito maçante. Recordo-me sempre do conselho que o Samuel Goldwin deu a um jovem aspirante a roteirista: ‘ Filho, se tiver que dar alguma mensagem, utilize o telefone’. Para mim, cinema é diversão, uma máquina de sonho.” 


Curiosidades do Horror e FC: Notícia sobre “Tropas Estelares” (1997), na revista “Horrorshow” número 4


A revista “Horrorshow” tinha uma seção de notícias chamada  “Pesadelos à Vista...”. A edição número 4 (1997) informava sobre o projeto do diretor Paul Verhoeven para “Tropas Estelares” (Starship Troopers), inspirado no livro de Robert Heinlein.
Abaixo segue a reprodução na íntegra dessa notícia.
Interessante registrar que, numa comparação inicial entre filme e livro, e ao contrário do receio que o filme fosse decepcionante,  trata-se na verdade de um ótimo entretenimento.  

O sucesso de “Tropas Estelares” acabou impulsionando uma franquia com várias produções. Tivemos uma série de animação produzida para a televisão em 1999 (“Roughnecks: The Starship Troopers Chronicles”) e o filme de animação “Tropas Estelares: Invasão” (2012). Além também do lançamento de duas continuações: “Tropas Estelares 2” (Starship Troopers 2: Hero of the Federation, 2004) e “Tropas Estelares 3” (Starship Troopers 3: Marauder, 2008).

“Todo Mundo fala nele, a expectativa é grande, mas por esta primeira imagem (logo abaixo) dá para perceber que Starship Troopers vai ser uma decepção. O novo filme do mestre da estética da violência Paul Verhoeven, com baixo orçamento, abriu mão daquilo que era a alma visual do romance de Robert Heinlein: o traje autopropulsado, uma espécie de robô blindado super armado, equipamento básico da Infantaria Móvel (IM) para combater os alienígenas aracnídeos conhecidos como Pulgões. Daí ficou esse visual mixuruca, que perde até para o televiso Space, Above and Beyond, execrado pela maioria dos fãs. Outro furo: na IM não havia mulheres, só homens. Todas as mulheres militares eram pilotos de espaçonaves e caças. Com esse começo só nos resta confiar no talento do diretor de Conquista Sangrenta, Robocop e Instinto Selvagem.”

Está disponível a edição virtual e gratuita do fanzine “Juvenatrix” número 183


Para solicitar sua cópia em formato PDF, envie um e-mail para: renatorosatti@yahoo.com.br

Conteúdo:
“Juvenatrix” número 183 (Fevereiro de 2017), 13 páginas.
Capa e contra capa:“Angelo Junior”.
Metal: “Dark Funeral” (Suécia).
Divulgações, Notícias e Curiosidades
Resenhas de cinema:
Bonecas da Morte, As (The Psychopath, Inglaterra, 1966)
Criatura da Mão Azul, A (Creature With the Blue Hand / Die blaue Hand, Alemanha Ocidental, 1967)
Cruz do Diabo, A (La Cruz del Diablo / Cross of the Devil, Espanha, 1975)
Fantasma de Frankenstein, O (The Ghost of Frankenstein, EUA, 1942, PB)
Fantasmas Que Ainda Vagam (Ghosts That Still Walk, EUA, 1977)
Latidos de Pánico (Panic Beats, Espanha, 1983)
Sol (São Paulo, Brasil, 2017, curta-metragem independente 14 min.)
Uivo da Bruxa, O (Cry of the Banshee, Inglaterra, 1970) 

Curiosidades do Horror e FC: Notícia sobre “Pânico” (1996), de Wes Craven, na revista “Horrorshow” número 1


A revista “Horrorshow” tinha uma seção de notícias chamada  “Pesadelos à Vista...”. A edição número 1 (1996) informava sobre o projeto do diretor Wes Craven em lançar “Scream”, que ganhou por aqui o nome “Pânico”. Abaixo segue a reprodução na íntegra. Interessante registrar que de lá para cá, tivemos uma franquia popular com 4 filmes, uma série de TV e Wes Craven morreu em 2015 aos 76 anos, sendo considerado um cineasta cultuado.

“Wes Craven, o criador da série A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 1984), ataca novamente com um novo filme, Scream, que está sendo produzido pela Miramax´s Dimension Films. Tripas, sangueira e decapitações a não poder mais, com vermes entrando e saindo das entranhas dos personagens. ´O que posso adiantar é que a história é quente, rápida, furiosa´, diz o diretor. Para os fãs de Craven resta esperar.”